Club de
Pitanga-Avante

2ª Expo Flor Pitanga

  O Rotary Club de Pitanga Avante,  AARTEPI - Associação dos Artesões de Pitanga, SOS - Serviços de Obras Sociais de Pitanga e a Agricultura Familiar de Pitanga promovem a 2ª Expo Flor Pitanga com abertura dia 17/10 - Quarta-Ferira e encerramento no dia 21/10 - Domingo  nas dependências do Salão Paroquial da Matriz Sant'Ana de Pitanga. Na oportunidade sera exposto a comunidade de Pitanga e região uma grande variedade de mudas de Flores, Folhagens, Frutiferas, Flores Ornamentais, Artesanatos produzidos em Pitanga e Crochês produzidos em um projeto em andamento no SOS de Pitanga. A Exposição acontece todos os dias das 10:00 as 22:00 e a partir das 15:00 tambem estara a disposição dos visitantes a praça de alimentação com Pastéis  e outros salgados, doces e bebidas.  

Postado em 16 de Outubro de 2018

Informativo Rotário de Junho de 2020

Governadora faz balanço do ano rotário. Ação: Produção de Sabão Entrega de Álcool para a Saúde RC de Guarapuava doa kits de robótica

Postado em 05 de Agosto de 2020

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

Postado em 15 de Julho de 2020

Mensagem do Presidente Holger Knaack

Julho de 2020Embora esta não seja uma época, digamos, otimista, nós temos que ser positivos. Muito antes da fundação do Rotary, o mundo já tinha lidado com crises gigantescas que testaram a habilidade humana de tolerância e busca do progresso. Desde que o Rotary surgiu, o mundo tem enfrentado muitas catástrofes. Em meio às adversidades, nós sempre nos levantamos e ajudamos as comunidades a se recuperar. Todo grande desafio nos traz a chance de renovação e crescimento. Na Assembleia Internacional em San Diego, quando a crise de covid-19 ainda estava no começo, eu revelei meu lema O Rotary Abre Oportunidades, que é uma mensagem em que acredito já há muitos anos. O Rotary não é apenas um clube ao qual você se associa, mas um convite a possibilidades infinitas. Nós abrimos oportunidades para nós e também para outros. Nossas ações, sejam elas grandes ou pequenas, abrem oportunidades para aqueles que precisam de nós, e nesse processo o Rotary abre oportunidades para vivermos uma vida mais plena e significativa, embasada nos nossos Valores e ao lado de amigos do mundo inteiro. Os governos e instituições estão cada vez mais receptivos a parcerias em iniciativas de saúde, algo essencial ao nosso trabalho. Nestes meses de confinamento, as pessoas estão querendo se conectar e ajudar suas comunidades e, com isso, elas abraçam os princípios e valores que temos promovido por mais de um século. Apesar dessa perspectiva positiva, não é porque hoje há mais oportunidades do que nunca para o Rotary prosperar que teremos sucesso em tudo. O mundo já vinha mudando rapidamente, mesmo antes da pandemia. Há tempos que as pessoas estão se distanciando de encontros presenciais, preferindo se reunir virtualmente. As amizades estavam sendo reavivadas e mantidas pelas redes sociais bem antes da maioria das nossas reuniões ter migrado para o Skype e o Zoom. As novas gerações têm uma grande vontade de servir, mas não sabem se podem assumir um papel significativo em organizações como a nossa, ou se causariam mais impacto criando diferentes tipos de conexões. Agora é o momento de colocarmos as cartas na mesa, testar novas abordagens e moldar o Rotary do futuro. A covid-19 nos forçou a adaptarmos às circunstâncias. Isto é benéfico, e o Plano de Ação nos pede justamente para melhorarmos nossa capacidade de adaptação. Entretanto, adaptação por si só não é suficiente. Precisamos mudar de forma drástica para vencermos os desafios da nova era e fazermos do Rotary a força do bem que este mundo tanto precisa. Este é o nosso combate, não apenas no ano em curso como também no futuro. Cabe a nós transformar o Rotary nestes novos tempos — abraçando ideias, energia e determinação dos jovens em busca de um canal para materializar seus ideais. Temos que nos tornar uma organização completamente enraizada na era digital, não apenas uma organização que recorre ao universo on-line para continuar fazendo o que sempre fez. O mundo precisa do Rotary agora mais do que nunca. Vamos então garantir que O Rotary Abra Oportunidades por muito tempo ainda.

Postado em 01 de Julho de 2020

Informativo Rotário de Maio de 2020

ENTREGA DE COBERTORES DOAÇÃO DE CESTAS BÁSICAS PROJETO DISTRITAL DOA LOUSA DIGITAL CLUBES NO COMBATE AO CONVID-19 DISTRIBUIÇÃO DE MÁSCARAS ENTREGA DE TIJOLOS

Postado em 30 de Junho de 2020

Rotary e os refugiados: projeto em Boa Vista apoia limpeza de abrigos

Em abril, o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) contabilizava 5896 pessoas vivendo nos 13 abrigos do estado de Roraima. Com tantos refugiados vivendo juntos, as necessidades são inúmeras e atender a todas é um grande desafio. Um destes desafios é manter a limpeza destes locais, e foi pensando nessa necessidade que o Rotary entrou mais uma vez em ação para ajudar essa população. Em uma iniciativa que envolveu doações de clubes de todo o Brasil, o Rotary comprou uma máquina para produzir hipoclorito de sódio, composto que é a base para a fabricação de água sanitária. Hoje, o equipamento permite a produção de 150 litros por dia do desinfetante, que são doados para a limpeza de 11 abrigos na capital Boa Vista e outros dois em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela. Em Roraima, os abrigos têm capacidade de acolher entre 216 e 1386 pessoas. Nos locais, que contam com banheiros químicos, a água sanitária doada ajuda a garantir a higiene para as centenas de venezuelanos que lá vivem. A iniciativa para a compra do equipamento partiu de Celso Bergmaier, hoje presidente do Rotary E-Club Distrito* 4740 Inspiração. Em maio do ano passado, ele saiu de Chapecó (SC) para conhecer o trabalho da Operação Acolhida, iniciativa do governo federal para receber refugiados venezuelanos em Roraima. Em viagem para Boa Vista, Bergmaier participou de uma reunião com diferentes agências que ajudam no suporte aos venezuelanos. Na ocasião, ficou sabendo da carência de água sanitária para limpeza dos abrigos, já que o produto precisava ser adquirido em grandes quantidades, o que não é algo fácil de se fazer naquela região. “Durante os oito dias que permaneci na Operação Acolhida, tive uma experiencia inigualável, única, que serviu como reflexão sobre nosso papel como rotarianos e das contribuições que podemos oferecer à humanidade, pois, muitas vezes, eu não tinha ideia de que poderia fazer um trabalho tão significativo”, destaca Bergmaier sobre como a situação dos refugiados mexeu com ele. Ele deu início, então, a uma grande mobilização entre clubes de todo o país. A iniciativa foi tão bem sucedida que arrecadou R$ 16 mil. “Praticamente todos os distritos* do Brasil contribuíram com R$ 500, que depois foram transferidos para o clube de Boa Vista – Caçari”, lembra. A verba foi mais que suficiente para a aquisição da máquina e também permitiu a compra de sal e galões retornáveis, necessários para a produção e distribuição da água sanitária. Parte do dinheiro foi ainda investido na reforma de uma cozinha industrial, dentro de uma igreja católica, usada para o preparo e distribuição de refeições aos refugiados.     O Rotary Club de Boa Vista-Caçari, único no estado de Roraima, cuidou da compra da máquina e fez a cessão do equipamento para uma entidade parceria do ACNUR realizar a produção do desinfetante. “A máquina foi cedida para a ADRA (Agência Humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia) pelo Rotary. A produção é feita pelos voluntários da ADRA”, explica Paulo Bragato, governador assistente do distrito* 4720. Mesmo não cuidando diretamente da produção da água sanitária, o Rotary continua apoiando a fabricação do produto, realizando a compra de mais insumos e galões para a distribuição. “Não é um produto tão caro. A embalagem é até mais cara, mas pela quantidade que precisa ser usada, acaba se tornando caro, já que tudo é sustentado por doação”, explica Bragato, sobre a dificuldade em ter água sanitária em quantidade suficiente para atender a todos os abrigos. Segundo Bragato, um dos grandes parceiros nos cuidados do Rotary com os refugiados tem sido o Ministério Público do Trabalho de Roraima, que direciona doações para diversos projetos do clube. O governo do estado de Roraima também contribui, oferecendo água e luz gratuitamente à escola onde a água sanitária é fabricada. O desinfetante é distribuído semanalmente aos abrigos. Com a pandemia de Covid-19, manter a higiene nos abrigos com centenas de refugiados tem sido ainda mais importante para garantir a saúde de todos os homens, mulheres e crianças que ainda esperam pela oportunidade de uma vida melhor. E, para isso, eles podem continuar contando com o apoio do Rotary. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Crédito das fotos: Fernando Teixeira

Postado em 24 de Junho de 2020

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Reunião de trabalho do Rotary club de Francisco Beltrão Integração

    IV REUNIÃO DE TRABALHO DO ROTARY CLUB DE FRANCISCO BELTRÃO INTEGRAÇÃO.   Após o inicio da reunião, o companheiro Leonidas Lotici fez a oração ecumênica, nos trabalhos de protocolo, companheiro Ricardo Serena, avisa os demais que temos 4 convidados, Maicon Fulman, gerente da Dimare convidado do companheiro Edgar Behne, Adolfo Pegoraro, jornalista e convidado do companheiro Ricardo Rizzardi, Eluana Dultra presidente do Interact club, e a palestrante da noite Lia Beatriz Azevedo. O secretario Josoel Man recebeu o convite do Rotary club cango para almoço na forma de delivery, dia 29/08 a partir das 11:00  no marabá centro de eventos. Valmir Backzinsck na instrução rotária, destacando o mês do quadro associativo, e os projetos rotários vem prover a paz, solução de conflitos e desigualdades. A palestrante da noite Lia, discorreu sobre a campanha do teste rápido em casa da hepatite e do HIV, os testes continuam nos postos de saúde, mas agora o município passa atender pessoas que através de um cadastro e entrevista, podem retirar seu teste e realizar em sua casa, se o mesmo der positivo as autoridades de saúde fazem o acompanhamento, o publico que tem mais casos positivos são de profissionais do sexo e homossexuais e seus parceiros. Os números da hepatite na região são autos, esse teste rápido visa identificar depois tratar o mesmo,  e o HIV foram 70 casos já em 2020 no primeiro semestre são 39, o número cresce entre jovens de 17-25 anos e homossexuais do sexo masculino. Nas palavras do presidente Davi Nesi disse que a intenção do Rotary é acabar com a hepatite, com projetos e ações, o projeto do banco ortopédico tem agora 3 companheiros que vão auxiliar o casal Angnoni, são eles Irineu Campagnolo, Rineu Saggin e Antonio Luza, e o projeto em andamento das doações de cadeira de rodas visa ampliar o atendimento sem custo, ressaltando a parceria com o depen, e também uma campanha nas empresas dos companheiros para divulgar quem tem em casa sem uso para por em atividade. Ao final o companheiro Renato Tesser fez uma bela homenagem aos pai, falando de sua história e recitando uma poesia emocionante, antes do encerramento Davi Nesi lembrou dos 51 anos da ASR- Associação das Senhoras Rotarianas,

Em 11/08/2020 por Rotary Club de Francisco Beltrão-Integração

A primeira mulher presidente do Rotary International - Gestão 2022-23

Jennifer Jones foi indicada para ser Presidente do Rotary International, para a Gestão 2022-23. Ela é presidente e CEO da Media Street Productions Inc., uma produtora de televisão premiada em Windsor. Jones serviu no Rotary em vários cargos, inclusive como vice-presidente do RI em 2016-17. Ela é co-presidente da campanha End Polio Now: Make History Today para arrecadar US $ 150 milhões. Ela é líder no cultivo de oportunidades experimentais de captação de recursos, como o Dia da Pólio no Rotary, com Jack Nicklaus em Jupiter, Flórida, EUA, que levantou mais de US $ 5,25 milhões para a erradicação da pólio. Jones foi reconhecida com muitos prêmios, incluindo o Prêmio Service Above Self e a Fundação Rotária por Serviços Meritórios, o Medalhão da Paz da YMCA e a Medalha do Jubileu de Diamante da Rainha, e ela foi a primeira canadense a receber o Pacificador do Ano da Universidade Estadual de Wayne Award.

Em 09/08/2020 por Rotary Club de Foz do Iguaçu-Grande Lago

DIA DA PIZZA - APOFILAB

O Rotary Clud de Cascavel-Integração participou ativamente de mais uma edição do DIA DA PIZZA da APOFILAB-Associação dos Portadores de Fissura Lábio Palatal de Cascavel, colaborando com a venda, confecção e distribuição de mais de 1.100 pizzas no dia 07 e 08/08/2020. A tradicional promoção é uma importante fonte de arrecadação de recursos para fazer frente as despesas mensais da entidade, principalmente, neste momento de dificuldades que a sociedade, famílias e entidades estão passando. Agradecimentos aos rotarianos, colaboradores, voluntários e patrocinadores que sempre estão presentes no evento.

Em 08/08/2020 por Rotary Club de Cascavel-Integração

SEPARAÇÃO DOS LACRES NA CASA DA AMIZADE - PROGRAMA LACRE SOLIDÁRIO

No dia 08 de agosto de 2020, respeitando ainda as regras de distanciamento e aglomeração, estiveram presentes nossos 3 companheiros,  Felipe de O. Iareski e Luiz Felipe Tavares Stefani juntamente com o companheiro Ricardo, para mais uma fase de separação dos lacres em preparação para a próxima pesagem. # O Rotary Abre Oportunidades.

Em 08/08/2020 por Rotary Club de Foz do Iguaçu-Costa Oeste

1ª reunião extraordinária da gestão

No dia 01/09/2020 tivemos a 1ª reunião Extraordinária da gestão, com a participação do IC de Cafelândia. Como foi feita divisão de pauta não tivemos os momentos. Na reunião, ainda, se fizeram presentes rotarianos das duas cidades e a RDA. O companheiro Nelson, que é presidente do Rotary Club de Toledo integração falou sobre a mudança que ocorrerá em nosso regimento interno. No decorrer da pauta falamos sobre o projeto dos direitos dos cidadãos e a companheira Thais comentou sobre o projeto de meio ambiente. Tivemos ainda uma breve conversa sobre a homenagem que será feita o dia dos pais.                        

Em 08/08/2020 por Interact Club de Toledo-Integração

AGOSTO DOURADO: o mês do aleitamento materno

AGOSTO DOURADO: Mês do Aleitamento Materno O Governo Federal brasileiro, instituiu o AGOSTO DOURADO, sendo o mês do Aleitamento Materno. As ações que ocorrem neste mês visam conscientizar mães, familiares e a sociedade da importância deste alimento nos primeiros anos de vida do bebê. O Banco de Leite Humano de Foz do Iguaçu, é mantido em parcerias com o Rotary Club de Foz do Iguaçu, Fundação Itaiguapy (Hospital Ministro Costa Cavalcanti), Prefeitura de Foz do Iguaçu e Itaipu Binacional. A grande maioria dos materiais e equipamentos que compõe o Banco de Leite Humano foi e continua sendo doados pelo Rotary Club de Foz do Iguaçu, que também auxilia semanalmente na coleta de Leite Humano fazendo visitas à casa de doadoras junto com uma enfermeira realizando a coleta, fazendo assim mais de 200 km mensais neste trajeto. Doar leite humano, é muito mais que um gesto de amor. O Rotary Conecta o Mundo. Procure o Banco de Leite Humano, Avenida Gramado, 580, Vila A, Foz do Iguaçu - PR.

Em 07/08/2020 por Rotary Club de Foz do Iguaçu

Reuniões Segundas-Feiras | 20:00
Rua Ivan Ferreira do Amaral,420 Cep: 85200-000